Polícia Pastor é morto
Corpo de pastor italiano é encontrado no DF; polícia trata caso como latrocínio e busca segundo suspeito
O pastor italiano vivia no Brasil há cerca de 14 anos e era conhecido pelo trabalho religioso e social desenvolvido na comunidade onde construía o templo.
15/04/2026 07h43
Por: Flavia Moreira
REPRODUÇÃO INTERNET

A Polícia Civil do Distrito Federal localizou, nesta terça-feira (14), o corpo do pastor evangélico italiano Orazio Giuliani, de 80 anos, que havia desaparecido após ser vítima de uma emboscada na região administrativa de São Sebastião.

De acordo com as investigações, o religioso trabalhava na construção de uma igreja na área conhecida como Zumbi dos Palmares, às margens da DF-251, quando foi surpreendido por dois homens. O corpo foi encontrado na zona rural da Aguilhada, próximo à BR-251.

O caso é investigado pela 30ª Delegacia de Polícia como latrocínio — roubo seguido de morte. Um dos suspeitos, de 38 anos, foi preso em flagrante no domingo (12). Segundo a polícia, ele prestava serviços na obra conduzida pelo pastor e já possui antecedentes por crimes como roubo e homicídio. A prisão foi mantida após audiência de custódia.

O segundo suspeito, identificado como Bruno Cruz de Araújo, de 26 anos, segue foragido. Conhecido pelo apelido de “coveiro”, ele possui histórico criminal por delitos graves, incluindo homicídio.

As investigações apontam que, após o crime, os suspeitos levaram o carro da vítima. O veículo foi localizado completamente queimado na tarde de segunda-feira (13), também na região da Aguilhada.

O desaparecimento de Orazio Giuliani foi comunicado à polícia por familiares na noite de sábado (11). A partir de relatos de testemunhas e análise de imagens, os investigadores conseguiram reconstituir os últimos momentos do pastor.

Em nota, a Polícia Civil informou que os envolvidos devem responder por latrocínio e ocultação de cadáver. Apesar da localização do corpo, as diligências continuam para esclarecer todos os detalhes do crime e capturar o segundo suspeito.

O pastor italiano vivia no Brasil há cerca de 14 anos e era conhecido pelo trabalho religioso e social desenvolvido na comunidade onde construía o templo.